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Uma jovem, de 18 anos, com distrofia rara supera limites e desafia as dificuldades para ser musicista. Apaixonada pelos clássicos, toca piano e violoncelo. Nas redes sociais, posta as fotos das aulas e apresentações. É emocionante vê-la tocar, para o talento, não há obstáculos.

A italiana Valentina Irlando foi diagnosticada com a condição ainda criança, mas nada mudou na sua determinação de ser uma musicista profissional. A necessidade de cadeira de rodas e oxigênio apenas é um detalhe para a jovem.

Moradora de Locorotondo, em Puglia, no Norte da Itália, Valentina já conquistou prêmios nacionais na Itália por seu desempenho na música, sobretudo no violoncelo. Nos vídeos compartilhados nas redes sociais, é emocionante ver seu talento e esforço.

A vida é música

A jovem costuma dizer que sua melhor terapia é a música e tudo começou muito cedo.Quando era criança, já diagnosticada com a distrofia rara e usando cadeira de rodas, gostava de ouvir um tio tocar piano. Ali se apaixonou, aprendeu e não parou mais.

Anos depois, Valentina teve contato com o violoncelo. Segundo ela, surgiu um grande amor.

Nos vídeos que posta, a jovem observa atentamente as instruções dos professores, acompanha e já atingiu um nível de apresentações para o público.

Vários prêmios

A jovem conquistou prêmios no Concurso Internacional de Caneres e no Concurso Internacional de Praia.

Determinada, Valentina afirma, com categoria, que quer se especializar para ser uma musicista profissional.

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