Ghostwriter, traduzido literalmente para o português como Escritor Fantasma, é alguém que escreve para outrem por encomenda.
A prática de Ghostwriting é usada pessoas que desejam ter um texto ou uma composição bem escrita, mas não têm as habilidades ou o tempo para produzir por conta própria, por isso buscam por um profissional, que é pago pelo trabalho, mantendo anonimato em relação ao conteúdo produzido, por isso não recebe crédito público pela escrita/composição.
Essa prática remonta há séculos. Na Grécia Antiga, por exemplo, era comum filósofos contratarem pessoas para escrever suas ideias em forma de diálogos ou tratados. Na Idade Média, líderes religiosos e políticos contratavam escribas para escreverem cartas e documentos em seu nome.
O Ghostwriting encontramos na literatura, negócios, política e entretenimento.
Na literatura essa prática também é antiga. Muitos livros foram escritos por ghostwriters em nome de autores famosos, com maior incidência para livros de autobiografias ou memórias.
A prática do ghostwriting é uma tradição consagrada no entretenimento, como na música Rap, mas nesta área é um assunto que inevitavelmente provoca controvérsia sempre que surge em uma conversa entre fãs.
– Como o ghostwriter se sente após fazer um super-trabalho e não ter o seu nome divulgado?
– Que estratégia o ghostwriter deve usar para divulgar o seu trabalho de escrita por encomenda? (Principalmente no início).
– Quando o cliente vê o material e não gosta, não quer, qual deve ser a posição do ghostwriter?
Vamos discutir estes e mais outros tópicos, logo mais às 21hrs de Angola, na estreia do Podcast Articultura, uma produção da M-Arte Angola.
Transmissão (Facebook) ás 15hs
https://www.facebook.com/profile.php?id=100091908145168


