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 Colunista Cris 

 

É de amplo conhecimento, divulgado pela mídia digital, o caos que se instaurou no Rio Grande do Sul. Infelizmente, tal desastre foi resultado da negligência dos governantes, evidenciada pelos relatórios climáticos elaborados já em 2015. O resultado é uma situação calamitosa que afeta não apenas as estruturas físicas, mas também a vida e a segurança dos cidadãos gaúchos.

Após estabelecer contato com Maiara, uma moradora de Canoas, residente no bairro Mathias, tenho tido conversas significativas sobre os desafios que ela enfrenta e os esforços que têm empreendido para resgatar animais de estimação, enquanto compartilha a realidade que vem enfrentando.

Para se locomoverem pelas ruas, os moradores precisam recorrer a barcos ou caiaques. No entanto, por questões de segurança, não têm permissão para adentrar em suas residências. Eles percorrem as áreas inundadas lentamente, atentos a qualquer som que indique a presença de animais deixados para trás.

Ao identificarem algum, prontamente notificam ONGs, bombeiros e outros profissionais qualificados para realizar os resgates, como moradora, ela enfrenta a falta de itens essenciais de segurança, como luvas, remédios e botas etc.  o que compromete ainda mais sua proteção e bem-estar diante da situação.

Ainda com o nível da água alto, muitas pessoas encontram-se abrigadas, enquanto outras buscaram refúgio na casa de parentes. No entanto, a maior preocupação recai sobre os animais abandonados em suas residências, enfrentando frio, fome e desespero de ser logo resgatado.

A comunidade se uniu em um esforço conjunto para resgatar os animais presos nos telhados, mesmo diante da limitação de tempo enfrentada por muitos tutores. Graças à colaboração de voluntários e à generosidade das doações, muitos animais foram resgatados e encaminhados para abrigos temporários improvisados. No entanto, infelizmente, alguns animais não tiveram a mesma sorte.

Atualmente, muitas pessoas estão compartilhando os abrigos com os animais, priorizando sua segurança e conforto em meio a essa situação desafiadora. Já os animais resgatados doentes, machucados, fracos foram encaminhados para abrigos específicos. Os animais doentes são encaminhados para abrigos específicos, onde recebem os cuidados necessários, incluindo consulta com veterinários, enquanto aguardam o retorno de seus tutores para buscá-los.

Maiara, com toda sua determinação, não se separou de seu cãozinho nem por um minuto. Ambos estavam encharcados e tremendo de frio, mesmo assim, ela não hesitou em ajudar a salvar três cachorros e dois gatos de sua vizinha, que clamava por socorro.

A falta de água potável e energia elétrica tem sido um grande problema que enfrentam, eles hoje contam apenas com a segurança oferecida nos abrigos, alguns mercados que ainda conseguem vender alimentos, ração e água têm praticado preços exorbitantes. Um exemplo é o galão de água de 20 litros, que chega a ser vendido por R$ 70,00, enquanto anteriormente custava R$ 15,00.

“Enfrentando esta tragédia, Maiara nos faz um apelo para continuar ajudando aqueles que mais precisam, incluindo os animais. Contribua com o que puder para apoiar essa causa.”


Solidariedade em Ação:

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chave Pix 4780089@vakinha.com.br

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