

Colunista – Nara
Muito se fala sobre mudanças climáticas e mitigação de gases de efeito estufa, mas pouco se tem falado de resiliência climática e o que se tem feito para tal.
Diversos estudam demonstram que as cidades litorâneas estão cada vez sendo impactadas pelo aquecimento global, eventos como aumento do nível do mar, enchentes e deslizamentos vêm atingindo o litoral brasileiro ano após ano, como é o exemplo das chuvas no litoral sul da Bahia em 2021 ou Petrópolis em 2022, litoral norte 2023 e 2024, além de que o saldo é amargo com a quantidade de vidas perdidas e comunidades desalojadas.
Além desses eventos diretos nas áreas costeiras, artigos científicos afirmam que a produção de alimentos para abastecimentos de cidades serão impactados pelo o aquecimento global, impactando diretamente na qualidade dos alimentos produzidos e na segurança alimentar, afirma o Professor da ESALQ/USP, professor Carlos Eduardo Cerri.
A Agricultura Urbana tem sido uma das respostas para resiliência e mitigação do aquecimento global, uma ação transversal, na qual envolve diferentes atores da municipalidade, além do próprio Gabinete do Prefeito, mas como a Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social; Secretaria das Comunidades Tradicionais, Pesca e Agricultura, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo; Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Serviços Urbanos, entre outras.
Unir essas secretarias em um projeto incomum só trás benefícios para todos envolvidos, acarretando melhoria dos gastos públicos e eficiência, geração de renda entre tantos outros.
Mas fica aquela pergunta:
O QUE ILHABELA ESTÁ FAZENDO PARA A
RESILÊNCIA CLIMÁTICA?


